Telefone:(11)3375-6126

Vacinas, imunizacao,vacinas,siringa,prevencao,calendario de vacinas,crianças pronta para vacinas

Artigos


*Clique no título para saber mais informações

ROTAVIRUS


Clique para abrir
Clique para fechar


 






ROTAVIRUS

O Rotavírus é considerado o mais importante agente causador de diarréia grave e óbitosem crianças menores de cinco anos em todo o mundo,com casos mais graves em crianças de até dois anos de idade. Em adultos é mais rara, com relatados de surtos em espaços fechados, como escolas, ambientes de trabalho e hospitais.
O Rotavirusé transmitido por água ou alimentos, por contato pessoa a pessoa, objetos contaminados e, provavelmente, também por secreções respiratórias.
O período de incubação do Rotavirus varia entre 24 a 48 horas, entre o contato com o vírus e o aparecimento dos sintomas.A infecção por Rotavírus pode variar de um quadro leve com diarréia líquida e duração limitada a um quadro grave com desidratação, febre, vômitos e cólicas. O tempo de duração dos sintomas geralmente é de uma semana.
A desidratação é o sintoma mais grave das infecções intestinais provocadas pelo Rotavírus, além de reduzir as reservas de água do corpo, reduz também os níveis de minerais importantes, como sódio e potássio.Para controlar a doença é recomendado ingerir bastante líquido.
Apesar da difícil prevenção, é muito importante observar as condições adequadas de higiene, ressaltando a importância de lavar as mãos, principalmente depois de ir ao banheiro e antes das refeições. Outro aspecto importante é a amamentação dos bebês até os seis meses, para fornecer suas defesas não só contra o Rotavírus, mas também contra outras doenças.


  

Atualmente uma das formas mais eficazes de prevenção contra gastrenterite por Rotavírus é a vacina.

Dispomos de duas vacinas orais altamente eficazes contra o Rotavírus:

 

- Vacina de vírus vivos atenuadosmonovalente, do sorotipo G1[P8]. Deve ser administrada por via oral em duas doses com intervalo de dois meses. A primeira entre 6 e 14 semanas de vida e a segunda entre 14 e 24 semanas, com intervalo mínimo de quatro semanas entre elas. (disponível tanto na rede pública quanto na privada)

- Vacina de vírus vivos atenuados pentavalente, composta por quatro vírus humanos (G1, G2, G3 e G4) e um bovino (P1). Também é administrada por via oral, mas em três doses com intervalos de dois meses. A primeira deve ser realizada entre 6 e 12 semanas de idade e a terceira não deve ultrapassar a 32ª semana. (disponível apenas na rede privada).

Deve-se postergar a vacinação se a criança apresentar alguma doença grave, vômitos ou diarréia.

Em caso de vômitos ou regurgitação após a vacinação,não é recomendado repetir a dose da vacina. Como eventos adversos podem ocorrer, sem muita frequência, irritabilidade, febre, perda de apetite, diarreia e vômitos.

Está contra-indicada para crianças com relato de reação anafilática prévia a qualquer componente da vacina, ou para crianças com histórico de doença gastrintestinal crônica, inclusive malformação congênita do trato gastrintestinal e portadores de imunodepressão (exceto HIV). Ao contrário da vacina Sabin, crianças em contato com imunodeprimidos e crianças portadoras do vírus HIV devem ser vacinadas.

 A vacina contra o Rotavírus pode ser aplicada concomitantemente com qualquer outra vacina sem interferência na eficácia ou aumento de eventos adversos. As vacinas de vírus vivos de uso oral (Rotavírus e Sabin), podem ser administradas no mesmo dia ou com intervalo de 15 dias. O leite materno não interfere na resposta de ambas vacinas.

 

Efetue o dowload em pdf :  ROTAVIRUS


Comunicado de Imprensa CYD15 Topline


Clique para abrir
Clique para fechar

Carta Clientes - CYD15 Topline


Clique para abrir
Clique para fechar

Comunicado da Sanofi Pasteur sobre gripe nos EUA


Clique para abrir
Clique para fechar

Prezados,

Com as notícias sobre o recente surto de influenza nos EUA, estamos recebendo muitos questionamentos via SIV sobre as cepas que compõem a vacina influenza 2013, tanto a que está sendo usada no Hemisfério Norte, quanto a que utilizaremos no Hemisfério Sul.

Para esclarecimento, as cepas recomendadas para composição das vacinas influenza que poderão ser distribuídas no Hemisfério Sul na próxima temporada, 2013, de acordo com a publicação no website da Organização Mundial de Saúde são:

— A/California/7/2009 (H1N1)-vírus similar *;
— A/Victoria/361/2011 (H3N2)-vírus similar **;
— B/Wisconsin/1/2010-vírus similar ***.

Referência:

http://www.who.int/influenza/vaccines/virus/recommendations/2013_south/en/index.html

Esta é a mesma composição das vacinas que estão sendo utilizadas nesta temporada no Hemisfério Norte.

As cepas que estavam recomendadas para composição das vacinas influenza na temporada de 2012, são as seguintes:

— A/California/7/2009 (H1N1)-vírus similar;
— A/Perth/16/2009 (H3N2)-vírus similar;*
— B/Brisbane/60/2008-vírus similar.

Referência:
http://www.who.int/influenza/vaccines/virus/recommendations/2012south/en/index.html

Da recomendação de 2012 para 2013, houve alteração de duas cepas, da A/H3N2 e B, tanto para o Hemisfério Norte quanto para o Hemisfério Sul.

Caso necessitem de informações adicionais permanecemos à disposição.
Atenciosamente,
Serviço de Informação sobre Vacinação


Epidemia de Gripe nos Estados Unidos


Clique para abrir
Clique para fechar

Como informado pela impressa, está ocorrendo em alguns Estados americanos uma epidemia de Gripe, causando preocupação para as pessoas que estão viajando para aquele país, a trabalho ou lazer.
É muito importante esclarecer que os vírus influenza que estão causando a doença já foram identificados, sendo um deles do tipo A H3N2 e outro do tipo B. Como se sabe, a melhor maneira de prevenir a gripe é através da vacina, porém a formulação com estes novos tipos de vírus não é a da vacina utilizada no Brasil durante o ano de 2012. A vacina atualmente utilizada no Hemisfério Norte, abrangendo estas duas cepas, é a que também foi indicada para o Hemisfério Sul para 2013, que só estará disponível para a nossa população a partir de Março de 2013.
Portanto, não existe no momento indicação de vacinar pessoas que estão se deslocando para os Estados Unidos, devendo tomar alguns cuidados:
- Lavar as mãos com freqüência
- Uso de álcool gel
- Evite tocar em boca, nariz e olhos.
- Evite contato próximo com pessoas doentes.
- Em caso de apresentar febre, coriza, tosse, dor de garganta ou dor de cabeça, procure serviço médico o mais rapidamente possível.


Boletim Gripe 2013


Clique para abrir
Clique para fechar

BOLETIM INFLUENZA DO SIV - Serviço de Informação sobre vacinas do Laboratório Sanofi Pasteur

 

Prezados,

 

Encaminhamos no Boletim Influenza de hoje informações sobre a campanha de vacinação contra influenza de 2013 do Ministério da Saúde.

 

A estratégia de vacinação em 2013 terá duas mudanças: a primeira é que a lista de condições especiais que indicam a vacinação, que antes estava descrita de forma genérica, passará a ser detalhada. Por exemplo, a condição "hepatopatias" passa a ser detalhada em cirrose, hepatites crônicas e atresia biliar. 

 

Outra modificação é o oferecimento da vacina influenza a pessoas que atendam estes critérios em todos os 35 mil postos de saúde do país, mediante apresentação de receita médica. Até hoje, os pacientes eram encaminhados aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIES).

 

Com essas alterações, o Ministério da Saúde pretende facilitar a proteção dos grupos mais vulneráveis, reduzindo casos graves e óbitos.

 

A notícia na íntegra pode ser acessada em http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/7868/162/saude-facilita-acesso-dos-%3Cbr%3Edoentes-cronicos-a-vacinacao.html.   

 

Atenciosamente, 

 

Serviço de Informação sobre Vacinação 


1º Temporada 2013/14 de influenza começou na Europa


Clique para abrir
Clique para fechar

1. Temporada 2013/14 de influenza começou na Europa com a maior prevalência do subtipo viral A (H1) pdm 09.
Adlhoch C, et al. Influenza season 2013/14 has started in Europe with influenza A(H1)pdm09 virus being the most prevalent subtype. Eurosurveillance, Volume 19, Issue 4, 30 January 2014

RESUMO


A temporada 2013/14 de influenza começou na Europa. Quatro países reportaram intensidade média de atividade da influenza, sendo que o grupo mais afetado foi o das crianças menores de 15 anos. Um grande número de países apresentam crescimento nas taxas de infecções semelhantes à influenza ou infecções respiratórias agudas e o aumento proporcional de amostras positivas para o vírus influenza A (H1) pdm09. Na temporada anterior, este subtipo foi associado a um número maior de casos graves e fatais reportados. Os clínicos deveriam oferecer a vacina influenza para as pessoas não vacinadas pertencentes aos grupos de risco.


2. Prognóstico de aceitação da vacinação influenza – Uma pesquisa em mulheres grávidas no Sudoeste da Austrália
Taksdal, SE. et al. Predictors of uptake of influenza vaccination - A survey of pregnant women in Western Australia. Australian Family Physician Vol. 42, No. 8, august 2013


RESUMO


Experiência prévia: Gestantes têm risco maior de complicações após a infecção por influenza. A vacinação é a estratégia de prevenção mais eficaz. Esta pesquisa tem por objetivo determinar os níveis de aceitação da vacina contra influenza em mulheres grávidas no Sudoeste da Austrália (SA), a proporção de mulheres que a vacinação foi oferecida como parte do cuidado neonatal e a atitude delas acerca da vacinação contra influenza durante a gestação.
Métodos: Entrevistas por telefone acompanhadas pelo computador foram conduzidas com 416 mulheres selecionadas por randomização que estavam grávidas durante a temporada de vacinação contra influenza em 2012.
Resultados: A vacinação contra influenza alcançou 23%. Os quesitos para aceitação da vacinação incluem: acreditar que a vacinação é segura ao feto, foi recomendada por seu cuidador neonatal e atende aos cuidados gerais da fase pré-natal. A maioria (74%) das mulheres não vacinadas relatou que teria se vacinado caso o médico da sua fase pré-natal recomendasse a vacina.
Discussão: Clínicos gerais são fator chave na aceitação da vacinação contra influenza no período neonatal em SA. A cobertura vacinal pode aumentar se a vacinação por influenza for recomendada, oferecida e se tornar uma rotina no cuidado neonatal.


3. Vacinação de Crianças Saudáveis Contra Influenza Sazonal: Uma Perspectiva Europeia.
Heikkinen, T. et al. Vaccination of Healthy Children Against Seasonal Influenza: A European Perspective. The Pediatric Infectious Disease Journal, Volume 32, Number 8, August 2013


RESUMO


Apesar de ampla evidência para o grande impacto que as epidemias de gripe anual têm sob crianças e sob a sociedade em geral, poucos países europeus recomendam a vacinação contra influenza em crianças saudáveis de qualquer idade. Os motivos mais citados para a relutância de estender as recomendações gerais da vacina para crianças incluem a visão de que a gripe é uma doença leve, de importância clínica limitada, a falta de dados específicos de cada país em carga da doença, a incerteza sobre a eficácia e segurança de vacinas contra a gripe em crianças e evidência inadequada de custo-efetividade da vacinação em crianças. Nos últimos anos, vários estudos clínicos têm proporcionado novas e importantes informações que ajudam a resolver muitas destas áreas de questão e preocupação.

À luz desta nova evidência científica disponível, as recomendações da vacina contra a gripe para crianças devem ser devidamente reavaliadas em todos os países europeus. Além disso, para permitir a variação de custos e padrões da prestação de cuidados de saúde entre os diferentes países, análises da relação custo-eficácia da vacinação contra influenza em crianças saudáveis devem ser realizadas em cada país ou região. Finalmente, devem ser feitos maiores esforços para educar ambos os profissionais de saúde e o grande público sobre as descobertas recentes e avanços no campo da gripe pediátrica.
 


Boletim Técnico Influenza 2012


Clique para abrir
Clique para fechar

BOLETIM TÉCNICO INFLUENZA 2012

 
Boletim Influenza de hoje encaminhamos  o Informe Técnico Influenza, disponibilizado pelo CVE-SP na última sexta-feira.
 
Este informe traz dados sobre a fase pós-pandêmica: circulação viral, casos de influenza e dados gerais sobre a doença, nacionais e estaduais.
 
No Estado de São Paulo, até  dezembro  de  2011  (SE   52),  foram   notificados 697 casos  de  SRAG hospitalizados, sendo  19  casos  confirmados  para  o  vírus  influenza A(H1N1)09pdm (3%),  604  (88%)  descartados  e  69  (10%)  permanecem  em investigação. 
Em  relação  aos  óbitos,  sete  foram  confirmados  para  influenza  A sazonal ou influenza B e quatro foram confirmados para influenza A(H1N1)09pdm.
Dentre os  descartados para A(H1N1)09pdm, em 54 (8%) casos houve identificação viral, 44 influenza A sazonal e 10 influenza B sazonal.

As amostras coletadas em Hospitais Sentinelas em todo o país, mês a mês, mostram uma alta circulação do vírus influenza A nos meses de Janeiro e Fevereiro e nos meses de Inverno (Junho-Julho). O Influenza B teve sua circulação aumentada no fim do ano (Setembro-Dezembro).




Para ter acesso a íntegra do Boletim:  userfiles/file/GRIPE2012/Boletim_CVS_Fev2012.pdf

 


Informativo Gripe 2012


Clique para abrir
Clique para fechar

Gripe 2012


A gripe humana é uma doença infecciosa do trato respiratório muito comum e altamente contagiosa, transmitida de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias infectadas, tosse, espirro, fala, ou ainda por contato com materiais recentemente contaminados pelo vírus. Grandes surtos ocorrem em todo o mundo, em todas as faixas etárias, durante as épocas do ano propícias para a gripe.

A melhor forma de se evitar a gripe é através da imunização. Trata-se de uma vacina bastante segura, com níveis de proteção entre 80 e 90%, composta por três tipos do vírus influenza.

O quadro gripal causado pelo vírus influenza provoca febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, e intensa fadiga.  As principais complicações são pneumonia, infecção de ouvido e sinusite.

Muito freqüentemente se confunde gripe com resfriado. Este apresenta coriza, congestão nasal, tosse discreta; quanto à febre, está ausente ou, quando presente, é baixa.

O período de transmissão da doença é de sete dias após o aparecimento dos sintomas.

 

O esquema vacinal varia de acordo com a faixa etária:

- adultos e crianças acima de 9 anos de idade tomam 1 dose de 0,5 ml anualmente;

- crianças entre 3 a 8 anos e 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, tomam 2 doses de 0,5 ml com intervalo de um mês. Se estas crianças já tiverem sido vacinadas anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,5 ml;

- crianças entre 6 meses a 2 anos 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, tomam 2 doses de 0,25 ml com intervalo de um mês. Se a criança já tiver sido vacinada anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,25 ml.

 

Não existe risco de se contrair a gripe pela vacina, pois esta é produzida com vírus mortos, inativados. Como na grande maioria das vacinas, alguns eventos adversos podem ocorrer como febre baixa e reações locais (dor, endurecimento e vermelhidão).

Devemos nos vacinar de preferência no período que antecede o inverno, pois é aí que aumenta a circulação do vírus influenza.

A Organização Mundial de Saúde recomendou para o Hemisfério Sul no ano de 2012, a seguinte composição da vacina trivalente contra a gripe:

 

Influenza A/ H1N1 / Califórnia / 7/2009
Influenza A / H3N2 / Perth / 16/2009    

- A/Victoria/210/2009 similar a               A/Perth/16/2009

Influenza B / Brisbane / 60/2008

 

Podemos então indicar a vacina contra gripe para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade que quiserem se proteger, evitando uma doença que apresenta a imagem de benigna, mas que muitas vezes pode levar a complicações graves.

Não devem ser vacinadas aquelas pessoas com alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia) ou portadora de doença neurológica em atividade (ex. Síndrome de Guillain Barre), e crianças menores de 6 meses.

Em pessoas que apresentem quadro febril, a vacina contra gripe deverá ser adiada.

 


 


Especial revista Abril HPV


Clique para abrir
Clique para fechar


O que é :
 

O contato sexual é a maneira mais comum de contágio. E bastante atenção: inclua aí preliminares e sexo oral. Basta o reles atrito com a mucosa infectada, da mão, da boca ou dos genitais, para o vírus fazer mais uma vítima. “Entre uma e três relações sexuais sem penetração é o suficiente para se contaminar”, alerta Luisa Lina Villa. Repetindo: sem penetração. Toalhas, roupas e superfícies como a tábua do vaso sanitário também favorecem a transmissão do vírus. Mas a contaminação por objetos, embora possível, é raríssima. 
 

Forma de contágio :

O contato sexual é a maneira mais comum de contágio. E bastante atenção: inclua aí preliminares e sexo oral. Basta o reles atrito com a mucosa infectada, da mão, da boca ou dos genitais, para o vírus fazer mais uma vítima. “Entre uma e três relações sexuais sem penetração é o suficiente para se contaminar”, alerta Luisa Lina Villa. Repetindo: sem penetração. Toalhas, roupas e superfícies como a tábua do vaso sanitário também favorecem a transmissão do vírus. Mas a contaminação por objetos, embora possível, é raríssima.


Prevenção :

Algumas medidas são indispensáveis para fugir da cilada do HPV: evitar ter vários parceiros e usar camisinha. Ela só não garante 100% de proteção porque não cobre toda a superfície de contágio.

Mas, para os especialistas, de longe a arma mais eficiente contra o HPV é a vacinação, hoje recomendada para meninas e jovens de 9 a 26 anos. São três doses – cada uma custa em torno de 400 reais – e o ideal seria que elas fossem tomadas antes mesmo da iniciação sexual, quando ainda não houve contato com o vírus. A eficácia da vacina é alta: 95% de sucesso no combate aos principais causadores de câncer e, no caso da quadrivalente, proteção também contra os que mais provocam verruga genital. “Estudos já mostram os benefícios da vacinação em pessoas com mais de 26 anos e até em homens”, revela Thomas Broker, presidente da Sociedade Internacional de Papilomavírus. Ou seja, é muito provável que, em breve, ela também seja aplicada nesses públicos.

Compare as vacinas


  Exames : 

Tomar a vacina não exclui a necessidade de manter-se fiel aos procedimentos rotineiros de prevenção e detecção do vírus. Veja quais são eles:

Papanicolau Com uma espátula, o médico colhe material do colo do útero e coloca em uma lâmina. Aí, é feita uma análise em microscópio. Não dá para identificar o vírus, mas é possível verificar se há alterações nas células.

Colposcopia O colposcópio é um aparelho capaz de ampliar 20 vezes a imagem da vagina, da vulva, do colo do útero e do ânus. Para flagrar lesões, um líquido reagente é pincelado na mucosa. No caso dos homens, o exame correspondente é a peniscopia.

Biópsia Quando os métodos anteriores acusam alguma alteração, retira-se uma pequena amostra do tecido suspeito. Mais uma vez, ela será analisada em microscópio.


Captura híbrida O material do colo do útero é coletado com o auxílio de uma pequena escova, que, depois, é mergulhada em um líquido desenvolvido para conservar as células. Essa técnica acusa a presença do HPV mesmo se não houver sintomas e determina se o micro-organismo é de alto ou de baixo risco.

Novas técnicas Já estão disponíveis procedimentos que denunciam os subtipos do HPV por meio da análise do seu DNA, apesar de poucos laboratórios oferecerem o serviço. A grande novidade no que diz respeito ao diagnóstico, no entanto, é um teste desenvolvido pelo cientista norueguês Frank Karlsen, especialista em biologia molecular e virologia. Ele consegue mostrar, entre as mulheres infectadas por vírus de alto risco, quais estão mais sujeitas ao desenvolvimento do câncer de colo do útero. “É quase certo que elas terão câncer se o exame der positivo”, disse o médico a SAÚDE!.

Fonte: Nelson Gaburo Júnior, chefe do Laboratório de Biologia Molecular do Diagnósticos da América


Tratamentos :

Entre as opções de tratamento estão laser, substâncias químicas, bisturi elétrico, cremes e pomadas cicatrizantes. E quem já cuidou de uma lesão por HPV sabe que é preciso paciência para dar fim ao problema. As verrugas, por exemplo, são tremendamente persistentes. Agora, se você acabou de descobrir que está entre as vítimas do vírus não deve se desespere. “Hoje existe o domínio total sobre o diagnóstico e o tratamento do HPV”, garante o ginecologista Rogério Ramires, do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo. Segundo o médico, tão importante quanto tratar a lesão é avaliar aspectos emocionais e imunológicos da paciente. Quer dizer: estresse, má alimentação e poucas horas de sono são grandes empecilhos para quem está em tratamento. O cigarro, não custa lembrar, deixa as defesas do corpo mais fracas, permitindo que o vírus fique firme e forte no organismo por mais tempo.


HPV no Homem : 
 

Apesar de causar maior estrago nas mulheres, essa família de vírus desaforados não tem preferência sexual. “Nos homens, a contaminação por HPV também é frequente”, conta a epidemiologista Maria do Carmo Costa, do Instituto Nacional do Câncer. Só que, para eles, a higiene é um tanto mais fácil — sem falar que qualquer ferida, por uma questão anatômica, logo salta aos olhos e pode ser tratada depressa.

Entre casais Como o HPV sabe ser discreto – pode permanecer incubado por um ano e às vezes por período indeterminado –, quando ele aproveita uma brecha do sistema imune para se manifestar fica difícil identificar a ocasião em que foi contraído. Daí, apontar o dedo para o parceiro é a primeira reação. “Já vi casais de separarem por isso”, diz a ginecologista Helena Junqueira, do Hospital Santa Joana, em São Paulo.

Segundo Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, é essencial que exista um diálogo sincero, sem essa de um culpar o outro. “O importante é que ambos façam o tratamento adequado e ponto”, enfatiza.

 

Tire Dúvidas :

Qual é a diferença entre HPV e herpes genital? “Papilomavírus humano (HPV) e herpes (HSV) são vírus diferentes, responsáveis por doenças diferentes, sem relação entre eles, a não ser pelo fato de serem vírus”, afirma Sérgio Mancini Nicolau, ginecologista da Universidade Federal de São Paulo.

Posso transmitir o vírus mesmo sem lesões visíveis a olho nu? Sim. Pode transmitir e pode pegar de outra pessoa nessa situação. Mesmo latente, ou seja, sem manifestação visível, o HPV tem poder de contaminar.

Alguns tipos de HPV provocam coceira e corrimento?
A infecção por HPV costuma ser assintomática. Os sintomas citados são inespecíficos e podem estar relacionados a outros agentes causais, especialmente os corrimentos, que costumam ter outra origem.

Contraceptivo oral é fator de risco para o câncer do colo do útero? O contraceptivo hormonal, assim como o fumo, pode ser considerado um co-fator, que, associado ao papilomavírus humano, pode aumentar o risco de desenvolver o câncer do colo do útero.

 

 

 

 

 

 


Ministério da Saúde incorpora vacina contra HPV ao SUS


Clique para abrir
Clique para fechar

Meninas de 10 e 11 anos serão protegidas contra quatro variáveis do vírus, que são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero; vacina será produzida por meio de parceria entre Butantan e Merck
O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (1) a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) da vacina contra o papilomavírus (HPV), usada na prevenção de câncer de colo do útero. Já em 2014, meninas de 10 e 11 anos receberão as três doses necessárias para a imunização, mobilizando investimentos federais de R$ 360,7 milhões na aquisição de 12 milhões de doses.

É a primeira vez que a população terá acesso gratuito a uma vacina que protege contra câncer. A meta é vacinar 80% do público-alvo, que atualmente soma 3,3 milhões de pessoas. O vírus HPV é responsável por 95% dos casos de câncer de colo do útero, segundo que mais atinge mulheres, atrás apenas do mamário.
”Está é mais uma medida para enfrentarmos o problema do câncer de colo do útero, um problema que ainda é grande no país, em especial na região norte. Vamos preparar muito bem este público (meninas de 10 e 11 anos), suas famílias, e reforçar a estratégia envolvendo as escolas e os professores para provocar uma grande sensibilização”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele destacou ainda que a vacinação reduz a circulação do vírus no país.
A vacina que estará disponível na rede pública é a quadrivalente, usada na prevenção contra quatro tipos de HPV (6, 11, 16 e 18). Dois deles (16 e 18) respondem por 70% dos casos de câncer. No escopo do acordo entre Ministério da Saúde e os fabricantes da vacina - Butantan e Merck Sharp & Dohme (MSD), que atuarão em parceria tecnológica – está prevista a possibilidade de uso da versão nonavalente, que agregará outros cinco sorotipos à vacina.
A vacina para prevenção da doença tem eficácia comprovada para pessoas que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. A escolha do público-alvo levou em consideração evidências científicas, estudos sobre o comportamento sexual e a avaliação de especialistas que atuam no Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) vinculado ao Ministério da Saúde.
ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO - As três doses serão aplicadas, com autorização dos pais ou responsáveis das pré-adolescentes, de acordo com o seguinte esquema: após a aplicação da primeira dose, a segunda deverá ocorrer em dois meses e a terceira, em seis meses.
Para chegar com mais agilidade ao público-alvo e ampliar a adesão à proteção contra o HPV, a estratégia será mista: a imunização ocorrerá tanto nas unidades de saúde quanto nas escolas. Após o primeiro ano de imunização, a oferta deverá passar de 12 milhões de doses para 6 milhões de doses por ano, pois parte do público-alvo já estará imunizado.
A incorporação da vacina complementa as demais ações preventivas do câncer de colo do útero, como a realização do Papanicolau e o uso de camisinha em todas as relações sexuais. “É uma vacina para proteger para o futuro, mas que não elimina as medidas de saúde que já estão sendo tomadas pelas mulheres para se proteger do vírus”, reforçou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
PRODUÇÃO NACIONAL –A introdução da vacina no SUS foi possível por conta de acordo parceria para o desenvolvimento produtivo (PDP), com transferência de tecnologia entre o laboratório internacional Merck Sharp & Dohme (MSD) e o Instituto Butantan, que passará a fabricar o produto no Brasil. “A medida confirma o esforço do governo brasileiro em aliar inovação tecnológica às necessidades sociais. Estamos produzindo uma vacina, desenvolvendo tecnologia e gerando economia aos cofres públicos”, disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do ministério, Carlos Gadelha.
O Ministério da Saúde pagará cerca de R$ 30 por dose, o menor preço já praticado no mercado – 8% abaixo do valor do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAs). A expectativa, em cinco anos, é de um valor 34% menor ao custo atual. Com isso, será possível economizar cerca de R$ 200 milhões (ou US$ 91 milhões) no período, com a queda do custo de US$ 543 milhões para US$ 452,5 milhões. Nesse período, o laboratório público passará a ter domínio de todas as etapas para a produção do insumo.
Além disso, a produção do imunobiológico contará com investimento de R$ 300 milhões para a construção de uma fábrica de alta tecnologia pelo Instituto Butantan, baseada em engenharia genética. “A incorporação dessa vacina vai representar muito em termos de desenvolvimento tecnológico. Foi um processo muito transparente em que se buscou o interesse nacional”, ressaltou o diretor do Instituto, Jorge Kalil.
O Ministério da Saúde oferta 26 vacinas através do Programa Nacional de Imunizações. Destas, 98% já são fabricadas no Brasil ou estão em fase de incorporação da tecnologia. 
A vacina contra o HPV é mais um dos produtos biológicos que será fabricado pelo Brasil por meio de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) articulada pelo Ministério da Saúde. Com esse novo acordo, o país passará a produzir 26 biológicos. Além da vacina para HPV, destacam-se medicamentos para câncer de mama, leucemia e artrite reumatoide.
Atualmente, os biológicos consomem 43% dos recursos do Ministério da Saúde com medicamentos, cerca de R$ 4 bilhões por ano, apesar de representarem 5% da quantidade adquirida.
SOBRE O HPV – O HPV é capaz de infectar a pele ou as mucosas e possui mais de 100 tipos. Do total, pelo menos 13 têm potencial para causar câncer. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos. No Brasil, a cada ano, 685.400 pessoas são infectadas por algum tipo do vírus.
Em relação ao câncer de colo do útero, a cada ano, 270 mil mulheres no mundo morrem por conta da doença. No Brasil, 5.160 mulheres morreram em 2011 em decorrência da doença. Para 2013, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 17.540 novos casos.
O Ministério da Saúde orienta que as mulheres dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos. Em 2012, foram 11 milhões de exames no SUS, o que representou investimento de R$ 72,6 milhões. Do total, 78% foram na faixa etária prioritária.
No ano passado, o investimento no atendimento e expansão dos serviços para tratamento de câncer na rede pública de saúde foi de R$ 2,4 bilhões, 26% maior que em 2010.
O Ministério da Saúde também está desenvolvendo o Plano de Expansão dos Serviços de Radioterapia, com aplicação de R$ 506 milhões na criação de 41 novos serviços de radioterapia e ampliação de outros 39.  Cada um dos 80 serviços de radioterapia receberá um aparelho Acelerador Linear. Existem, atualmente, 277 estabelecimentos disponíveis para o atendimento e tratamento do câncer. Em 2011 foram habilitados dez hospitais, em 2012 foram onze e em 2013 já são nove novos hospitais habilitados.
Por Valéria Amaral, Sílvia Cavichioli e Daniela Martins, da Agência Saúde.
Atendimento à imprensa – Ascom/MS 
(61) 3315-6258/2577


Informativo HPV


Clique para abrir
Clique para fechar

Em 2006, foi aprovada nos Estados Unidos uma primeira vacina contra o HPV – vacina quadrivalente contra o Papiloma Vírus Humano (tipos 6, 11, 16 e 18), e em seguida uma vacina bivalente (tipos 16 e 18). No ano seguinte as vacinas foram licenciadas no Brasil para aplicação em mulheres com idade entre 9 e 26 anos para a vacina quadrivalente e entre 10 e 25 anos para a vacina bivalente. Mais recentemente, foi também licenciada a vacina quadrivalente para uso em homens na mesma faixa etária, ou seja, entre 9 e 26 anos de idade. A vacinação para o sexo masculino tem importância na prevenção contra o câncer peniano e anal, além de verrugas genitais, o que trará benefício adicional para o sexo feminino, diminuindo o risco de contaminação das mulheres.

O HPV é uma infecção transmitida sexualmente e altamente contagiosa, sendo possível se infectar com uma única exposição. É estimado que muitas pessoas adquirem o vírus HPV nos primeiros anos da vida sexual ativa.


Já se conhece mais ou menos 100 tipos de HPV, sendo que alguns deles são reconhecidos como infectantes, podendo causar desde infecções assintomáticas até câncer, principalmente o câncer genital.

O câncer de colo de útero é o mais importante deles, podendo também causar, em percentuais variados, outros tipos como vaginal, vulvar, orofaringe e peniano. A verruga genital é muito frequente, de alta transmissibilidade, também causada pelo vírus HPV.

No Brasil são diagnosticados mais ou menos 20.000 casos novos de câncer de colo de útero a cada ano, com aproximadamente 4.000 casos de morte por esta infecção. No mundo, o câncer de colo de útero é a segunda causa mais comum de morte por câncer em mulheres.

Dos tipos conhecidos de HPV, destaca-se o 16 e 18 como responsáveis pela grande maioria dos casos de câncer de colo, anal, vaginal, vulvar e peniano. Outros dois tipos importante são o 6 e 11, causadores de lesões benignas e de verrugas genitais.

Diante de dados como estes apresentados, devemos nos preocupar de modo responsável por este tipo de infecção, fazendo-se a prevenção com acompanhamento rotineiro, com realização de Teste de Papanicolau nas mulheres e através do uso de preservativos e de vacina.


O esquema de vacinação é de três doses, sendo a segunda dose aplicada um ou dois meses após a primeira (dependendo do tipo de vacina utilizada), e a terceira seis meses após a primeira dose. A aplicação é feita por via intramuscular no músculo deltoide.
 

- A Vacinar coloca a disposição um canal para esclarecimentos de dúvidas através do email: vacinar@vacinar.net;  ou através de nossa central telefônica: (11)  3375 - 6126

 

- O Ministério da Saúde disponibiliza o serviço Disque Saúde (0800 61 1997) para tirar dúvidas sobre a doença.

 


Vacinas: Defesa do organismo


Clique para abrir
Clique para fechar

 

Vacinas: Defesa do organismo

Vacina é uma substância capaz de imunizar pessoas ou animais contra doenças infecciosas causadas por bactérias ou vírus.

 

 

 


 

Ao defender-se da primeira agressão de um agente infeccioso, o organismo elabora uma carga de anticorpos muitas vezes suficiente para vencer a doença e conferir imunidade permanente contra o microrganismo agressor. Esse mecanismo de defesa constituiu a base teórica para a criação da imunização ativa, mediante a administração de vacinas. Vacina é uma substância capaz de imunizar pessoas ou animais contra doenças infecciosas causadas por bactérias ou vírus. As vacinas são culturas desses microrganismos que, mortos ou atenuados, perdem sua ação patogênica, mas conservam a propriedade de induzir o organismo a produzir anticorpos contra o agente agressor.     

Uma vez estimuladas por uma vacina, as células produtoras de anticorpos tornam-se sensíveis ao agente infeccioso e respondem a novas investidas com a produção de mais anticorpos, restabelecendo, assim, a resposta imunológica. Vacinas de microrganismos atenuados, como a do sarampo, a da hepatite e a da varíola, geralmente produzem uma forma branda ou subclínica da doença. As vacinas de bactérias ou vírus mortos (inativados), como a da gripe, a da raiva e a da febre tifóide, precisam ser administradas em grandes quantidades e produzem resposta imunológica após um período mais prolongado. O sistema imunológico é um conjunto de células, tecidos e órgãos especializados na defesa do organismo de ameaças internas (exemplo: as células cancerígenas) e externas (exemplo: vírus, bactérias ou fungos).

Parte desse sistema vem pronta desde o nascimento e recebe o nome de imunidade inata e constitui a primeira linha de defesa do organismo. Mas essa parte não é suficiente para enfrentar os problemas do ambiente em permanente mudança em que os seres vivos habitam. Existe, portanto, um outro tipo de imunidade com capacidade de aprendizagem para reconhecer e gerar defesas contra os novos inimigos do organismo. Essa parte do sistema imunológico que complementa a imunidade inata é chamada imunidade adquirida porque pode ser adquirida ao longo da vida. O vírus da imunodeficiência humana, HIV, produz AIDS quando reduz a capacidade do sistema imunológico através da destruição das células CD4, que coordenam a resposta imunológica. É por isso que campanhas no Brasil levaram à erradicação da doença em nosso país.

Portal Educação - setembro de 2008
 

 

 


HPV - Duvidas Frequentes - INCA


Clique para abrir
Clique para fechar

 

Para melhore esclarecimento sobre o vírus HPV, selecionamos do Portal do Ministério da Saúde algumas dúvidas sobre o assunto, respondidas pelo INCA - Instituto Nacional do Câncer: 

 

 

 

Os HPV são facilmente contraídos?
Estudos no mundo comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV (Figura 2) em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.
Fonte: Bonfiglio T A, Erozan Y S, 1997, pg 86 Fig. D, Gynecologic Cytopathology
Fig. 2 - Células infectadas pelo vírus HPV

Como os papilomavírus são transmitidos?
A transmissão é por contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus. Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. Já as infecções subclínicas são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro.

 



Como são essas infecções?
As infecções clínicas mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, popularmente conhecidas como "crista de galo". Já as lesões subclínicas não apresentam nenhum sintoma, podendo progredir para o câncer do colo do útero caso não sejam tratadas precocemente.

Como as pessoas podem se prevenir dos HPV?
uso de preservativo (camisinha) diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitá-la totalmente). Por isso, sua utilização é recomendada em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis.


Como os papilomavírus podem ser diagnosticados?
As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou em qualquer área da pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico subclínico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelos papilomavírus, é feito através do exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR.

Onde é possível fazer os exames preventivos do câncer do colo do útero?
Postos de coleta de exames preventivos ginecológicos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão disponíveis em todos os estados do país e os exames são gratuitos. Procure a Secretaria de Saúde de seu município para obter informações.

Quais os riscos da infecção por HPV em mulheres grávidas?
A ocorrência de HPV durante a gravidez não implica obrigatoriamente numa má formação do feto nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após análise individual de cada caso.

É necessário que o parceiro sexual também faça os exames preventivos?
O fato de ter mantido relação sexual com uma mulher infectada pelo papilomavírus não significa que obrigatoriamente ocorrerá transmissão da infecção. De qualquer forma, é recomendado procurar um urologista que será capaz - por meio de peniscopia (visualização do pênis através de lente de aumento) ou do teste de biologia molecular (exame de material colhido do pênis para pesquisar a presença do DNA do HPV), identificar a presença ou não de infecção por papilomavírus.



Qual o tratamento para erradicar a infecção pelo papilomavírus?
A maioria das infecções é assintomática ou inaparente e de caráter transitório. As formas de apresentação são clínicas (lesões exofíticas ou verrugas) e subclínicas (sem lesão aparente). Diversos tipos de tratamento podem ser oferecidos (tópico, com laser, cirúrgico). Só o médico, após a avaliação de cada caso, pode recomendar a conduta mais adequada (Fig. 4).


Qual é o risco de uma mulher infectada pelo HPV desenvolver câncer do colo do útero?
Embora estudos epidemiológicos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum (de acordo com os últimos inquéritos de prevalência realizados em alguns grupos da população brasileira, estima-se que cerca de 25% das mulheres estejam infectadas pelo vírus), somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.




Há algum fator que aumente o risco de a mulher desenvolver câncer do colo do útero?
Há fatores que aumentam o potencial de desenvolvimento do câncer de colo do útero em mulheres infectadas pelo papilomavírus: número elevado de gestações, uso de contraceptivos orais (pílula anticoncepcional), tabagismo, pacientes tratadas com imunosupressores (transplantadas), infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmitidas (como herpes e clamídia).

 

PARECER SOBRE A VACINA PROFILÁTICA CONTRA O HPV

Posicionamento do Ministério da Saúde

A discussão sobre a incorporação da vacina contra HPV no Brasil, no âmbito do Ministério da Saúde, até o momento, foi feita em duas etapas, a primeira pelo Grupo de Trabalho constituído pela Portaria GM/MS No 3.124, de 7 de dezembro de 2006, sob a coordenação executiva do Instituto Nacional de Câncer, cujas principais conclusões e sugestões, em 11 de abril de 2007, foram:

Conclusões
a) Existem ainda importantes lacunas de conhecimento científico sobre a vacina, tais como a duração da imunidade conferida, o uso em imunodeprimidos e gestantes, e a necessidade de vacinação de reforço.
b) A indicação atual da vacina está limitada à população feminina de 9 a 26 anos, porém ela só confere imunidade para aquelas mulheres ainda não expostas aos HPV tipos 6, 11, 16 e 18, situação esperada apenas para mulheres que não iniciaram atividade sexual.
c) A implantação de um programa de imunização específico exigirá o desenvolvimento de nova infra-estrutura operacional e de vigilância epidemiológica, incluindo suporte laboratorial para identificação e monitoramento da circulação dos diversos tipos de HPV no país, ainda não disponíveis no SUS.
d) O gasto estimado para a vacinação de meninas somente na faixa etária de 11 a 12 anos, para uso durante um ano, tomando-se por base o preço comercial no país aprovado pela ANVISA para as três doses significaria um montante de 1,857 bilhão de reais. O orçamento para a aquisição dos 44 imunobiológicos (vacinas e soros) para o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde para o ano de 2006 foi de 750 milhões de reais. Portanto, a inclusão da vacina contra o HPV significaria um incremento de quase três vezes o orçamento do Programa Nacional de Imunizações.
e) A FIOCRUZ, através do Instituto Bio-Manguinhos, já manifestou interesse na fabricação da vacina e vem trabalhando no sentido de verificar a situação de patentes e a existência de condições técnicas e operacionais para o desenvolvimento nacional, bem como vem analisando alternativa para transferência de tecnologia.

 

SUGESTÕES:

 

1. Fortalecer as ações de controle para o câncer do colo do útero, já estabelecidas pelo Ministério da Saúde e coordenadas pelo INCA, na lógica de integração de todas as ações que visam à melhoria da atenção à saúde da mulher.

2. Estruturar a rede de laboratórios da CGLAB/DEVEP/SVS para a identificação e o monitoramento da infecção pelo HPV.

3. Realizar os seguintes estudos, a serem promovidos pelo DECIT/SCTIE:
a. inquérito de prevalência para conhecer a distribuição dos tipos de HPV no Brasil;
b. análise de custo-efetividade;
c. revisão sistemática sobre a efetividade da vacina contra o HPV em mulheres.

4. Criar condições para a produção nacional de vacina através do desenvolvimento interno ou pelo processo de transferência de tecnologia para o parque produtor nacional público, a exemplo de outras vacinas do calendário oficial do Programa Nacional de Imunização da Secretaria de Vigilância em Saúde, com vistas à garantia de autonomia e sustentabilidade da vacinação contra o HPV.

5. O grupo não recomenda a incorporação da vacina contra o HPV, no momento, como política de saúde pública.

6. esta recomendação deverá ser revista assim que as medidas sugeridas possam oferecer subsídios suficientes para análise ou a partir de estudos populacionais de grande impacto na ocorrência do câncer do colo do útero.

 

Em 10 de fevereiro de 2010, o Ministério da Saúde, pela Portaria GM/MS No 310, constituiu novo Grupo de Trabalho, também sob a coordenação executiva do Instituto Nacional de Câncer, para avaliar os resultados do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero, correlacionando seus indicadores de processo e gestão com a evolução das curvas de incidência e mortalidade, nacional e regionalmente; indicar, de modo sistemático, pontos fortes e fracos do atual Programa; elaborar propostas de aperfeiçoamento técnico e operacional do Programa; elaborar proposta de ação dirigida às regiões de mais altas taxas de incidência e mortalidade; avaliar o estado da arte de novas tecnologias para a prevenção e controle do câncer de colo útero e propor estudos dirigidos para a realidade do Brasil.

Este grupo fez a discussão sobre a incorporação da vacina contra HPV no Brasil foi feita de forma integrada, levando em consideração as sugestões e recomendações elaboradas pelo grupo de trabalho anterior. A discussão considerou as duas vacinas atualmente disponíveis e aprovadas pela ANVISA para uso no Brasil, sendo uma quadrivalente (Gardasil, Merck®) e outra bivalente (Cervarix, Glaxo-Smith-Kline®) com fim de prevenção primaria para câncer do colo de útero, concluindo que as evidências científicas disponíveis até o momento relacionadas à vacinação contra o HPV indicam que:

· Ambas as vacinas são profiláticas, isto é, a proteção conferida é maior quando aplicada em mulheres livres da infecção, ou, antes do início da vida sexual.
· Não há diferença de eficácia entre as duas vacinas em relação à prevenção de lesões intraepiteliais cervicais.
· Dificuldades de adesão ao esquema vacinal apontam para efetividade menor do que aquela observada nos ensaios clínicos.
· Ainda existem lacunas de conhecimento relacionadas à duração da eficácia, à eventual necessidade de dose de reforço e à proteção cruzada.
· A abrangência da proteção conferida pela vacina é dependente da proporção dos tipos 16 e 18 de HPV prevalentes na população.
· A vacinação não exclui a necessidade do rastreio e causa impacto significativo no custo do sistema de saúde sem correspondente economia para as ações de rastreamento.
· A redução da prevalência de lesões intraepiteliais cervicais aponta para necessidade de utilização de testes mais sensíveis e específicos para o rastreio de populações vacinadas.
· As desigualdades existentes de acesso ao rastreio poderão ser perpetuadas no acesso as vacinas.

Ademais, em função da própria história natural da doença, espera-se um impacto da vacinação na redução do câncer em 30-40 anos. No entanto há necessidades atuais na perspectiva do controle do câncer de colo uterino que podem ser atendidas pela ampliação e qualificação do rastreamento e tratamento das lesões precursoras e dos casos de câncer detectados, que podem ter impacto na redução da mortalidade em aproximadamente 10 anos, principalmente na população com maior incidência deste tipo de câncer.

Adicionalmente foram prestados esclarecimentos sobre os processos de incorporação tecnológica no âmbito de Ministério da Saúde e, consequentemente, o grupo concluiu que a incorporação da vacina contra HPV na realidade atual não é factível, pois levaria à inviabilidade do equilíbrio no financiamento do SUS. O grupo também considerou prudente se esperar o resultado do estudo que se encontra em desenvolvimento, financiado pelo DECIT/MS, sobre custo-efetividade da vacina no Brasil. Os resultados deste estudo podem ser conclusivos para uma decisão futura sobre o tema.

Quanto à orientação de incorporação tecnológica para uma futura produção nacional por laboratórios públicos que já produzem outras vacinas no Brasil, o grupo também sugeriu cautela em função da existência de estudos que avaliam a disponibilidade, prevista para os próximos anos, de uma nova geração de vacinas contra HPV mais efetivas que as atuais.

Assumindo a competência para a qual foi constituído, o Grupo de Trabalho elaborou propostas para o aperfeiçoamento técnico e operacional do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero. As proposições foram realizadas após ampla análise do cenário nacional, com avaliação da estrutura e das estratégias para alcançar os objetivos de redução das taxas de incidência e mortalidade por câncer de colo do útero preconizados pelo programa. As propostas apresentadas pelo grupo de trabalho foram sistematizadas pelos redatores em cinco eixos e apresentadas de acordo com a prioridade estabelecida. O Eixo 5 contemplou a avaliação de alternativas de ações para o controle do câncer de colo sendo uma das propostas, orientar gestores sobre as consequências da adoção não criteriosa do uso das vacinas com possível impacto negativo desta prática na alocação de recursos financeiros disponíveis para a assistência à saúde.

 

Posicionamento da Organização Mundial da Saúde

No âmbito mundial, a Organização Mundial da Saúde recomenda que a vacinação rotineira contra HPV seja incluída nos programas nacionais de imunização contanto que a prevenção do câncer colo do útero e de outras doenças relacionadas ao HPV representem uma prioridade em saúde pública; seja factível a introdução da vacinação através do programa nacional de imunização; a sustentabilidade do financiamento possa ser assegurada e a custo-efetividade das estratégias de vacinação no país ou região seja considerada. 

Segundo a OMS, as vacinas contra HPV devem ser introduzidas como parte de uma estratégia coordenada para a prevenção do câncer colo do útero e de outras doenças relacionadas ao HPV, e, principalmente, não deve diminuir ou desviar recursos dos programas de rastreamento, pois a continuidade dos mesmos é imprescindível.

No caso da vacinação ser implementada é necessário garantir o monitoramento e registro em longo prazo da cobertura alcançada; dados individuais da população vacinada; vigilância de efeitos adversos; impacto na prevalência de subtipos de HPV, incidência de condilomatose anogenital, anormalidades citológicas, lesões precursoras e câncer invasivo e mortalidade por câncer invasivo.

 

3: VACINAÇÃO EM HOMENS

A eficácia da vacina contra HPV foi comprovada em homens para prevenção de condilomatose genital e neoplasia intraepitelial peniana. Todavia não foi avaliado o impacto dessas doenças, provavelmente não prioritárias, em saúde pública.


Teoricamente, se os homens forem vacinados contra HPV, as mulheres estariam protegidas através de imunidade indireta ou de ¿rebanho¿, pois o vírus é sexualmente transmissível. Entretanto, estudos que avaliaram a custo-efetividade das vacinas para a prevenção do câncer do colo do útero através de modelos matemáticos mostraram que um programa de vacinação de homens e mulheres não é custo-efetivo quando comparado com a vacinação exclusiva de mulheres.

Em caso de dúvida, envie sua pergunta para o contato@inca.gov.br

 

FONTE: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=327 

 


Informações Sobre a Gripe - Influenza Pandêmica a H1N1


Clique para abrir
Clique para fechar

Informações sobre Gripe – Influenza Pandêmica A H1N1

 

Situação Epidemiológica da Influenza Pandêmica A (H1N1)

Em abril de 2009, um novo subtipo viral do vírus influenza A (H1N1) foi identificado em espécimes clínicos obtidos de dois pacientes nos Estados Unidos. A mesma cepa viral foi identificada no México, no Canadá e que se disseminou globalmente. Esse evento foi considerado pela Organização Mundial de Saúde, como de emergência em Saúde Pública e de Interesse Internacional, configurando a primeira pandemia de influenza do século XXI.

Influenza Pandêmica A (H1N1) no Mundo

A partir de 29 de novembro de 2009, a OMS passou a divulgar apenas os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e óbitos confirmados de influenza A (H1N1). Até fevereiro de 2010, cerca de 213 países reportaram casos confirmados de influenza pandêmica A (H1N1), incluindo 16.226 óbitos. Na presente sazonalidade, cabe salientar que nos países do hemisfério norte houve alta atividade viral no início da temporada, porém vem declinando de forma substancial na América do Norte, com áreas mais ativas de transmissão no sudeste asiático e em áreas limitadas da Europa Oriental. Nas regiões das Américas Central e Sul e Caribe a atividade viral permanece baixa e, nas zonas temperadas, sem evidência de transmissão sustentada na comunidade. Em todos os países onde a influenza humana é reportada, o vírus influenza pandêmico A (H1N1) 2009 continua a ser o subtipo predominante (87%-94%) entre os vírus influenza subtipados. Assim como, observou-se detecção esporádica do vírus influenza sazonal A (H1N1), A (H3N2) e tipo B, sendo este último predominante na China e em Hong Kong.

 

Vacina contra Influenza A (H1N1)

O vírus influenza A (H1N1) é um novo subtipo do vírus influenza classificado como A/California/07/2009 e estudos realizados até o momento, demonstram que o novo subtipo é decorrente do rearranjo genético entre vírus suíno, aviário e humano. Cerca de seis meses após a divulgação da pandemia pelo vírus A (H1N1), os primeiros artigos sobre a vacina foram publicados na literatura. Essa novas vacinas são produzidas empregando métodos semelhantes aos utilizados na vacina influenza sazonal.

 

As vacinas contra influenza A(H1N1) são seguras?

Recentemente, uma análise da OMS demonstrou que, no período de setembro a dezembro de 2009, 150 milhões de doses da vacina pandêmica foram distribuídas ao redor do mundo, sendo 70% delas sem adjuvantes e o perfil de eventos adversos é bastante semelhante ao uso da vacina sazonal. De acordo com Delore e colaboradores, a porcentagem de eventos adversos locais e sistêmicos, tanto em crianças, quanto em adultos e idosos com a vacina influenza foi menor que 5%. Em relação às reações de hipersensibilidade imediata, os relatos variaram de 0,1 a 1,0 caso / 100.000 doses. Sobre a síndrome de Guilain Barré, não houve aumento de relatos da síndrome nesse período de vacinação. Desta forma, a maioria dos eventos adversos relatados são eventos não sérios e nenhuma outra situação inesperada foi comunicada.

 

Eventos adversos

Segundo a OMS, aproximadamente 40 países realizaram estratégias de vacinação contra o vírus influenza A (H1N1) no mundo. Mais de 100 milhões de pessoas já foram vacinadas, cerca de 60 milhões nos Estados Unidos e 40 milhões na Europa, e não foram observadas taxas elevadas de manifestações locais ou sistêmicas. A vacina foi bem tolerada e pouco reatogênica. Também não se observou aumento na incidência de Síndrome de Guillain Barré.

Até o momento, conforme o exposto acima, o perfil de segurança das vacinas pandêmicas e sazonais são semelhantes. Geralmente, os seguintes eventos adversos são observados:

Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam esta vacina ):
- Cefaleia e dor muscular,
- Dor no local da injeção

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esta vacina ):
- Sensação de mal-estar geral, calafrios, febre,
- No local da injeção: vermelhidão, inchaço.

Estas reações adversas geralmente desapareceram sem tratamento dentro de 1 a 3 dias após o início.

 

Como a segurança dessas vacinas deverá ser monitorada?

No caso de qualquer evento adverso, independente do medicamento ou da vacina, o paciente deve procurar o médico para realizar uma avaliação e receber as devidas condutas. Além disso, recomenda-se que os profissionais de saúde e os pacientes relatem esses eventos adversos ao laboratório fabricante para que esses dados sejam analisados e a empresa possa manter um adequado perfil de monitoramento da segurança do uso de seus produtos.


Informativo de Vacinação Contra a Gripe 2010


Clique para abrir
Clique para fechar

INFORMATIVO - VACINA CONTRA GRIPE 2010

A gripe humana é uma infecção altamente contagiosa do trato respiratório que passa de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias infectadas, por tosse e/ou espirro, ou ainda, por contato com materiais recentemente contaminados pelo vírus.

A gripe pandêmica (suína) é uma doença respiratória, altamente contagiosa, causada pelo vírus A (H1N1), que é um novo subtipo do vírus da gripe. Tem o mesmo modo de transmissão.


Ø Qual a diferença entre gripe e resfriado?

É importante esclarecer as principais diferenças entre gripe e resfriado.

A gripe não é igual a um resfriado comum. Febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, e intensa fadiga são sintomas da gripe. As principais complicações são Pneumonia, Infecção de ouvido, Sinusite, principalmente em pessoas portadoras de doenças já existentes como Diabetes, Asma e Doenças cardíacas.

No resfriado a febre é ausente ou baixa, coriza, congestão nasal e tosse discreta.


Ø Por que a gripe (Influenza) deve ser levada a sério?

A Influenza não deve ser julgada como "só uma gripe." É uma doença grave e, embora a maioria dos casos seja leve, alguns deles podem ser fatais.


Ø Existe uma forma efetiva de se prevenir contra a gripe?

A melhor forma de se evitar a gripe é pelo uso da vacina. Trata-se de uma vacina bastante segura, com níveis de proteção entre 80 e 90%.


Ø Quem pode ou deve ser vacinado?

Podemos indicar a vacina contra gripe para todas as pessoas a partir de seis meses de idade, que quiserem se proteger, evitando uma doença que apresenta a imagem de benigna, mas que muitas vezes pode levar a complicações graves.


Ø A vacina contra gripe é segura?

Não existe risco de se contrair a gripe pela vacina, pois esta é produzida com vírus mortos, inativados. Como na grande maioria das vacinas, alguns eventos adversos podem ocorrer: reações no local da aplicação como dor, endurecimento e vermelhidão, além de febre baixa. Uma preocupação comum é a de reações neurológicas, principalmente com um tipo de paralisia conhecida como síndrome de Guillain-Barré.

Após a administração de mais de 100 milhões de doses da vacina contra H1N1 realizada naEuropa e nos E.U.A, estudos não mostraram qualquer evidência de aumento na incidência desta doença.


Ø Qual a melhor época para se vacinar contra gripe?

Devemos nos vacinar de preferência no período que antecede o inverno, pois é aí que aumenta a circulação do vírus influenza.


Ø Quem não deve ser vacinado?

Não devem ser vacinadas aquelas pessoas com alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia), crianças menores de seis meses e portadores de doença neurológica em atividade (ex. Guillain-Barré). Em pessoas que apresentem um quadro febril, a vacina de gripe deverá ser adiada.


Ø Quantas doses de vacina são necessárias?

Adultos e crianças com mais de nove anos de idade, uma única dose. Se já recebeu uma dose de H1N1 na rede pública, e quer ter proteção contra os outros vírus (H3N2 e B), pode receber uma dose da vacina trivalente.
Crianças de seis meses a nove anos de idade, duas doses com intervalo mínimo de três semanas, independentemente de já terem sido vacinadas em anos anteriores com a vacina da gripe sazonal. Esta indicação é baseada em estudos de resposta imune à vacina através da medida de níveis de anticorpos no sangue. Depois de uma dose de vacina, lactentes e crianças jovens apresentam níveis insuficientes de anticorpos. Como esta linhagem viral é diferente dos vírus circulantes nos anos anteriores as crianças menores de nove anos devem receber duas doses,


Ø Gestantes podem ser vacinadas?

As gestantes podem e devem ser vacinadas, independentemente do período gestacional com uma dose da vacina trivalente. Caso já tenha recebido a vacina monovalente A (H1N1) e queira tomar a vacina trivalente, deverá trazer receita médica.


Ø Composição da vacina para 2010

Como ocorre anualmente, a Organização Mundial da Saúde recomendou para este ano, a seguinte composição para o Hemisfério Sul da vacina trivalente:

à Influenza A/ H1N1 / Califórnia / 7/2009 (suína)
à Influenza A / H3N2 / Perth / 16/2009
à Influenza B / Brisbane / 60/2008


Vacinação contra gripe 2011


Clique para abrir
Clique para fechar

 

VACINAÇÃO CONTRA GRIPE 2011

 

Tem início a vacinação contra gripe 2011.

 

A vacina já está disponível na Clinica Vacinar!

 

Consulte-nos para agendar a vacinação de sua empresa ou compareça em nossa sede no Brooklin para Vacinação individual.

 


Informativo Gripe 2011


Clique para abrir
Clique para fechar


Gripe 2011

A gripe humana é uma doença infecciosa do trato respiratório muito comum e altamente contagiosa, transmitida de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias infectadas, tosse, espirro, fala, ou ainda por contato com materiais recentemente contaminados pelo vírus. Grandes surtos ocorrem em todo o mundo, em todas as faixas etárias, durante as épocas do ano propícias para a gripe.


A melhor forma de se evitar a gripe é através da imunização. Trata-se de uma vacina bastante segura, com níveis de proteção entre 80 e 90%, composta por três tipos do vírus influenza.
 

O quadro gripal causado pelo vírus influenza provoca febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, e intensa fadiga. As principais complicações são pneumonia, infecção de ouvido e sinusite.
 

Muito freqüentemente se confunde gripe com resfriado. Este apresenta coriza, congestão nasal, tosse discreta; quanto à febre, está ausente ou, quando presente, é baixa.
O período de transmissão da doença é de sete dias após o aparecimento dos sintomas.
 

O esquema vacinal varia de acordo com a faixa etária.
 

- adultos e crianças acima de 9 anos de idade tomam 1 dose de 0,5 ml anualmente;
- crianças entre 3 a 8 anos e 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, tomam 2 doses de 0,5 ml com intervalo de um mês. Se estas crianças já tiverem sido vacinadas anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,5 ml;
- crianças entre 6 meses a 2 anos 11 meses, se for o primeiro ano de uso da vacina contra gripe, tomam 2 doses de 0,25 ml com intervalo de um mês. Se a criança já tiver sido vacina anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,25 ml.
 

Não existe risco de se contrair a gripe pela vacina, pois esta é produzida com vírus mortos, inativados. Como na grande maioria das vacinas, alguns eventos adversos podem ocorrer como febre baixa e reações locais (dor, endurecimento e vermelhidão).
 

Devemos nos vacinar de preferência no período que antecede o inverno, pois é aí que aumenta a circulação do vírus influenza.
 

A Organização Mundial de Saúde recomendou para o Hemisfério Sul no ano de 2011, a seguinte composição da vacina trivalente contra a gripe:
 

Influenza A/ H1N1 / Califórnia / 7/2009
Influenza A / H3N2 / Perth / 16/2009 

- A/Victoria/210/2009 é cepa similar a A/Perth/16/2009
Influenza B / Brisbane / 60/2008

Podemos então indicar a vacina contra gripe para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade que quiserem se proteger, evitando uma doença que apresenta a imagem de benigna, mas que muitas vezes pode levar a complicações graves.
 

Não devem ser vacinadas aquelas pessoas com alergia grave ao ovo de galinha (anafilaxia) ou portadora de doença neurológica em atividade (ex. Síndrome de Guillain Barre), e crianças menores de 6 meses.

Em pessoas que apresentem um quadro febril, a vacina de gripe deverá ser adiada.
 

A bula desta vacina encontra-se disponível em nosso site:  http://www.vacinar.net/userfiles/file/Bulas/Vaxigrip%202011_mono_profissional.pdf